Um grandessíssimo obrigado...
...a todos os transeuntes, passageiros de comboio, de metro, autocarro, etc....enfim, às pessoas no geral, cidadãs do mundo, e às pessoas com quem me cruzo em particular.
E porquê? Por tornarem a minha tarefa de curioso (vulgo cuscovilheiro) tão mais fácil e menos criadora de culpa por querer vasculhar estórias alheias.
Desde perdas de virgindade, calinadas na gramática, zangas em casa, gritos histéricos sedentos de atenção...comovo-me por ver a vossa entrega a essa cruzada...por me levarem em ombros ao meu Santo Graal sem ter de investigar enigmas crípticos e avaliar quadros gota de tinta a gota de tinta procurando não se sabe bem o quê, apaixonando-me por uma descendente francesa de um qualquer profeta e conduzindo um smart freneticamente por uma capital europeia. Todos eles fardos muito em voga nos dias que correm...embora não me importasse de conduzir um smart (porque apaixonar-me por uma descendente de um profeta poderia acarretar crises sedentas de protagonismo e discussões conjugais por ela provir de uma família de celebridades e eu não, para além de que eu não ia aguentar os comentários de que eu me estava a aproveitar da fama dela para subir na vida).
Apenas uma pequena nota aos que se carregam de semblante indignado quando se apercebem que os circundantes ouviram tudo o que acabaram de dizer acerca de algo privado, embora gritado estridentemente. Meus caros...não se incomodem porque há sempre alguém que consegue ouvir e por mais que tentem lembrem-se que um peido faseado chama menos a atenção que uma conversa séria.
Obrigado a todos.
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